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  • Por Evandro Lins

Enfermeiros da rede estadual ameaçam parar por falta de materiais de proteção contra coronavírus


Enfermeiros de hospitais vinculados ao governo de Pernambuco prometem paralisar as atividades na próxima segunda-feira (23). Além da campanha por reajuste salarial, a categoria denuncia que o estado não está disponibilizando para os profissionais, máscaras, luvas, álcool em gel e sabão nas unidades médicas – coisas que garantem a integridade do trabalho, especialmente no atual cenário de infecções pelo novo coronavírus. Ainda, alegam que o Hospital Correia Picanço (referência para tratamento de infecções) está sem ar-condicionado, chegando a ter ventiladores instalados em UTIs.

O movimento é organizado pelo Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Pernambuco (SEEPE). A presidente da entidade, Ludmila Outtes, explica que a legislação vigente impede trabalho em condições insalubres/perigosas. “O coronavírus chegou a Pernambuco e a Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) e lavagem de mãos. E o que tem acontecido nos principais hospitais estaduais é a falta desses materiais”, afirma.

Além da melhoria nas condições, a classe reinvindica reposição salarial – alega que houve perda de 76,5% nos últimos 15 anos, sem reajustes -; incorporação de gratificação ao salário, como concedido a médicos; pagamento de insalubridade e adicional noturno; e redução na jornada de trabalho para 24h.

Da Rádio Cultura do Nordeste

#Pernambuco

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