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  • Evandro Lins

Consumidores reclamam de preços e falta de produtos em armazéns de construção na pandemia


Durante a pandemia do novo coronavírus, os materiais de construção ficaram mais caros. O preço de alguns produtos praticamente dobrou e, mesmo assim, eles estão em falta no mercado. De acordo com a Associação Brasileira de Materias de Construção, a corrida aos armazéns é reflexo da liberação do FGTS e do auxílio emergencial. Uma pesquisa revelou que o setor teve um crescimento nas vendas de 30% nos últimos meses, comparado ao mesmo período do ano passado.


Um exemplo de material que teve aumento no preço foi o milheiro do tijolo. O produto passou de R$ 350 para R$ 600. O saco de cimento com 50 kg também está mais caro. Há dois meses, era vendido em uma média de R$ 22 e agora está custando R$ 27.





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