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Termina nesta quarta-feira (06) o prazo para que eleitores regularizem pendências junto à Justiça Eleitoral ou solicitem a emissão do primeiro título. A partir do dia 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado e não será mais possível fazer alterações nos dados até o fim do processo eleitoral.


Os serviços disponíveis incluem regularização de situação eleitoral, atualização cadastral, transferência de domicílio e cadastramento biométrico. Parte dos atendimentos pode ser feita de forma online, por meio do site do Tribunal Superior Eleitoral, mas alguns procedimentos, como a coleta de biometria e a emissão do primeiro título, exigem comparecimento presencial.


Em Pernambuco, o movimento aumentou nos últimos dias. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco, mais de 15 mil atendimentos foram realizados no último fim de semana antes do encerramento do prazo. A maior parte foi para emissão do primeiro título, seguida por revisão de dados e transferência de domicílio eleitoral.


As eleições de 2026 estão marcadas para o dia 4 de outubro, quando os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados. Caso necessário, o segundo turno será realizado no dia 25 de outubro.



Esta terça-feira (05) será de variação nas condições do tempo em todo o Brasil. Enquanto algumas áreas terão predomínio de sol, outras enfrentam chuva frequente, que pode ser forte em vários momentos do dia. Segundo a Climatempo, o calor e a umidade continuam favorecendo a formação de nuvens carregadas, com possibilidade de trovoadas e rajadas de vento.


Na Região Sul, o dia começa com tempo firme na maior parte dos estados, mas a instabilidade aumenta ao longo das horas. No Rio Grande do Sul, a chuva deve ganhar intensidade entre a tarde e a noite, especialmente no sul, sudoeste, Campanha e litoral, com risco de temporais devido à atuação de um sistema de baixa pressão e à passagem de uma frente fria. Em Santa Catarina e no Paraná, há possibilidade de chuva fraca e isolada.


No Sudeste, a chuva se concentra principalmente no norte do Espírito Santo e no nordeste de Minas Gerais, podendo ganhar força ao longo do dia. Em São Paulo, inclusive na capital, há previsão de pancadas fracas a moderadas com trovoadas. Já no Rio de Janeiro, o tempo permanece firme, enquanto outras áreas da região enfrentam baixa umidade e rajadas de vento.


No Centro-Oeste, o tempo segue mais estável na maior parte da região, com predomínio de sol e baixa umidade do ar. As exceções ficam por conta do extremo norte de Mato Grosso, onde há previsão de pancadas de chuva moderadas a fortes ao longo do dia.

Já no Norte, a chuva ocorre desde cedo em estados como Amazonas, Pará e Roraima, se intensificando ao longo do dia e se espalhando por grande parte da região. Há risco de temporais e acumulados elevados, especialmente no Amapá, no Pará e no Amazonas.


No Nordeste, a atenção é redobrada. A chuva atinge o litoral entre Rio Grande do Norte e Alagoas desde as primeiras horas do dia, com intensidade moderada a forte. Ao longo do dia, as pancadas se intensificam e avançam para o Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Sergipe e Bahia, com possibilidade de temporais e volumes elevados, principalmente nas áreas litorâneas.


Em Pernambuco, a previsão indica chuva na metade leste do estado, incluindo a Região Metropolitana do Recife e a Zona da Mata, com pancadas que podem variar de moderadas a fortes ao longo do dia. O cenário reforça o alerta para possíveis transtornos, como alagamentos e dificuldades no trânsito, especialmente em áreas mais vulneráveis.



Um laudo técnico da Polícia Rodoviária Federal concluiu que o ônibus que tombou na BR‑423, em Saloá, deixando 17 mortos em outubro de 2025, trafegava muito acima da velocidade segura para o trecho. De acordo com a análise, o veículo descia a Serra dos Ventos a cerca de 90 km/h em uma curva acentuada onde o limite recomendado seria de 60 km/h, o que teria tornado impossível ao motorista manter o controle da direção.


O documento, elaborado a partir de dados do tacógrafo, inspeção no ônibus e avaliação do local, também aponta outros elementos que contribuíram para o acidente. Entre eles, falhas na sinalização da rodovia e indícios de que o motorista poderia estar fatigado, já que dirigia havia mais de quatro horas sem a pausa obrigatória. Segundo especialistas da PRF, a falta de descanso reduz a capacidade de reação, especialmente em trechos íngremes e sinuosos como o da Serra dos Ventos.


A precariedade da sinalização foi considerada um dos principais agravantes. A única placa de limite de velocidade existente estava instalada em área urbana, sem validade para o ponto onde ocorreu o acidente. A marcação no asfalto indicando 50 km/h estava desgastada e difícil de visualizar, sobretudo à noite. Também não havia placas alertando para curvas perigosas ou para a sinuosidade da pista, apesar das características críticas do trecho.


No ônibus, a equipe de perícia não encontrou sinais visíveis de falha no sistema de freios, mas a confirmação definitiva depende do laudo do Instituto de Criminalística. O relatório também destaca que a maior parte dos passageiros não utilizava cinto de segurança. Embora o veículo estivesse equipado com o dispositivo, muitos cintos estavam embutidos nos assentos e não houve orientação sobre o uso, o que contribuiu para que várias pessoas fossem arremessadas para dentro e para fora do ônibus.


O chefe de Policiamento e Fiscalização da PRF em Garanhuns, Luciano Holanda, afirmou que a velocidade excessiva foi determinante, mas as razões que levaram o motorista a ultrapassar o limite ainda não são conhecidas. Ele reforçou que o laudo tem caráter técnico e não aponta culpados, cabendo à Polícia Civil concluir a investigação criminal.


O acidente ocorreu na noite de 17 de outubro de 2025, no km 127 da BR‑423. O ônibus, fretado por uma empresa de Brumado (BA), transportava passageiros que retornavam de compras no Polo de Confecções de Santa Cruz do Capibaribe. Com mais de 40 pessoas a bordo — número superior ao previsto no contrato — o veículo saiu da pista, atingiu rochas, voltou para a rodovia e acabou colidindo com um barranco de areia antes de tombar. Cinco passageiros foram arremessados antes mesmo da queda. Os dois motoristas que se revezavam na condução sobreviveram.


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