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Na manhã desta terça-feira (2), o deputado estadual Abimael Santos deu um passo decisivo para corrigir problemas históricos envolvendo a comunidade da Vila Canaã e o município de Toritama. Ele se reuniu com representantes da Comissão de Assuntos Municipais, da Consultoria Legislativa da Alepe e do Condepe-Fidem. O objetivo é construir um projeto sólido que beneficie o município e resolva questões que se arrastam desde a emancipação política na década de 1950.


Segundo Abimael, uma sequência de erros históricos foi cometida durante o processo de emancipação, prejudicando diretamente a organização territorial e administrativa da região. Esses equívocos impactaram a vida de muitas famílias, que há décadas esperam por uma solução definitiva. “Agora temos a oportunidade de corrigir essas falhas e garantir justiça para a população”, afirmou o parlamentar.


O projeto em discussão está sendo elaborado com base em estudos técnicos e acompanhamento legislativo para assegurar que todas as medidas sejam aplicadas dentro da legalidade. Além de corrigir distorções do passado, a proposta também visa promover desenvolvimento econômico e social para Toritama, especialmente para Canaã, fortalecendo a integração do distrito com o município.


Abimael Santos reforçou que o sentimento de pertencimento do povo será prioridade em todas as etapas. Ele adiantou que, em breve, os detalhes do projeto estarão disponíveis para a população acompanhar cada avanço. “Esse é um compromisso com a história, com a justiça e com o futuro de Toritama”, declarou o deputado, destacando que a iniciativa é um marco para corrigir um capítulo importante da história local.


Dois parentes da adolescente de 16 anos, vítima de agressão cometida pelo pai, um advogado de 34 anos em Inajá, no Sertão de Pernambuco, revelaram que o homem nunca demonstrou afeto ou carinho pela filha desde a gravidez. A declaração foi dada em entrevista ao g1 na sexta-feira (29).


Segundo um dos familiares, desde a gravidez o advogado manteve uma postura de frieza e chegou a levantar questionamentos sobre a paternidade da criança. Quando a vítima nasceu, os pais já estavam separados, e o homem pediu um exame de DNA para confirmar a paternidade.


Durante uma visita dos avós paternos, ainda quando a menina era bebê, o pai do advogado afirmou que a criança “tinha a cara” do filho, em referência à semelhança física. A partir daí, o advogado a reconheceu como filha perante a Justiça. O afeto e a relação de pai com a filha, no entanto, nunca existiram, relatou um parente.


Por determinação judicial, o advogado pagava pensão no valor de R$ 200 e custeava algumas necessidades da adolescente, como sapatos e outros itens de uso pessoal.


Em relação ao convívio, os familiares relataram que o pai não tinha aproximação com a filha. “Na verdade, ele nunca foi um pai. Ele sempre foi apenas o genitor dela”, disse uma das parentes.


Aproximação entre pai e filha


Antes de morrer vítima de câncer, quando a menina tinha 2 anos, a mãe da adolescente pediu aos parentes que a criança não fosse criada pela família paterna.




A Guarda Civil Municipal (GCM) de Toritama marcou presença no 2º Encontro Estadual da Patrulha Maria da Penha, realizado neste sábado (30) em Cabo de Santo Agostinho. O evento reuniu representantes de diversas guardas municipais de Pernambuco, com foco no fortalecimento das ações de prevenção e combate à violência doméstica.


Representando a corporação de Toritama, estiveram presentes o comandante da Guarda, Sales Junior, a guarda municipal Lira e o coordenador Luiz Carlos. A participação da equipe reforça o compromisso da GCM com a proteção das mulheres e a atuação integrada no enfrentamento à violência de gênero.

Durante o encontro, foram discutidas estratégias para aprimorar a Patrulha Maria da Penha, além da troca de experiências sobre desafios e boas práticas já implementadas em diferentes cidades. Para os participantes, a iniciativa representa um avanço importante na assistência às vítimas e na garantia de segurança e acolhimento.


Segundo os organizadores, a presença de autoridades como as de Toritama evidencia a necessidade de união entre municípios e instituições para ampliar a rede de proteção e consolidar políticas públicas voltadas à defesa das mulheres.

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