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Professora é investigada por golpe ao criar falso projeto social para crianças com deficiência

  • Foto do escritor: Evandro Lins
    Evandro Lins
  • 30 de abr. de 2024
  • 1 min de leitura

Um grupo de mães e profissionais de diferentes áreas denunciou uma professora, identificada como Maria da Conceição de Sousa, por aplicar golpes ao criar um falso projeto social para crianças e adolescentes com deficiência intelectual em Glória do Goitá, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. O caso é investigado pela Polícia Civil como estelionato.


Segundo a denúncia, a mulher pegou o dinheiro exigido a futuros funcionários de uma suposta clínica para fazerem uma capacitação. Ao mesmo tempo, cobrava uma taxa, de forma indevida, para famílias de baixa renda participarem do falso programa.


A assistente social Elizangela Luz disse que foi convidada, em dezembro do ano passado, com mais 20 profissionais, para participar da ação, que ofereceria atendimento psicossocial a jovens com transtorno do espectro autista (TEA).


O espaço, que se chamaria Inclusão e Equidade, ia funcionar num empresarial localizado no Centro da cidade.


Entre os trabalhadores chamados para atuar na iniciativa, estavam psicopedagogos, psicólogos, monitores e assistentes sociais. Além disso, segundo Elizangela, a professora convidou dois padres para serem coordenadores do projeto.

 
 
 

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